De startups a marcas globais, cada projeto começou com um problema real e terminou com uma solução de valor.
O Grupo Angelus, referência em assistência familiar e serviços póstumos no Sul do Brasil, enfrentava o desafio de digitalizar e integrar toda a sua operação, desde o relacionamento com associados até os processos internos e de vendas. Parte relevante da operação dependia de um sistema legado, pouco flexível e de difícil integração, o que resultava em uma experiência fragmentada. Além disso, o uso intensivo de papel e a ausência de ferramentas unificadas impactavam a eficiência operacional, a escalabilidade e a qualidade do atendimento.
A Allegra Pacaembu, concessionária responsável pela revitalização do Complexo Esportivo do Pacaembu, precisava acompanhar a modernização física do espaço com uma experiência digital à altura. O desafio era organizar e facilitar o acesso a uma ampla oferta de atividades e eventos, garantindo conveniência para os usuários e eficiência na gestão das reservas.
A maior construtora da América Latina queria transformar a complexa jornada do cliente (do sonho da casa própria até o morar) em uma experiência digital fluida e contínua, mas enfrentava gargalos que prejudicavam o relacionamento, o NPS e a eficiência operacional.
O maior fundo de pensão do Brasil buscava reposicionar a previdência privada para o público jovem, transformando a percepção de um produto distante e complexo em uma ferramenta relevante para a realização de projetos de vida. No entanto, o baixo engajamento, a limitada educação financeira e a falta de orientação personalizada dificultavam a compreensão do valor do investimento de longo prazo.
A maior rede de artigos esportivos da América Latina queria ir além do varejo, mas não tinha uma plataforma digital capaz de conectar produtos, experiências e conteúdo numa jornada coerente para o usuário.
A Netflix precisava distribuir ingressos gratuitos para a estreia limitada de Roma com uma experiência digital fluida, sem filas, sem erros, sem atrito para o usuário final.
A Netflix precisava criar buzz viral para a pré-estreia de Maniac em São Paulo, engajando o público nas redes sociais de forma orgânica, sem mídia paga.
Donos da Honda XRE 190 dependiam do manual físico para manutenção: fácil de perder, difícil de consultar na estrada e completamente desconectado da experiência real de uso da moto.
O processo de seleção e aprovação de fotos entre fotógrafo e cliente era fragmentado, lento e sem visibilidade: e-mails perdidos, prazos esquecidos, revisões sem rastreio.
A cobertura olímpica tradicional mostrava resultados, mas não traduzia o desempenho atlético em dados que emocionassem e engajassem o público além do placar.
Equipes corporativas gerenciavam reembolsos em planilhas e e-mails, sem visibilidade centralizada, sem rastreio por projeto, com alto custo administrativo de ambos os lados.
O Lounge Asics Hub nas Olimpíadas precisava controlar o acesso de atletas e convidados do mundo inteiro de forma inteligente e personalizada, sem filas, sem papel, sem erros.
Como ampliar o alcance da marca Oi no Rock in Rio e capturar a emoção de quem vivia a atração Xtreme para quem não estava no festival?
Oferecer acesso à internet gratuito para dezenas de milhares de pessoas no Rock in Rio sem criar filas, confusão ou fricção, num ambiente caótico e de alta densidade.